Tempere os bifes com pouco sal e pimenta do reino. Lembre-se que a mostarda com sementes já é bem salgada.
Numa frigideira, derreta a manteiga junto com o azeite. Amasse os dentes de alho e refogue. Frite um bife de cada vez e reserve.
Na mesma frigideira, fora do fogo, coloque a maionese e misture. Em seguida, adicione o café e misture até dissolver completamente. Acrescente a mostarda e retorne a frigideira ao fogo. Sirva por cima dos bifes, acompanhados de salada, arroz ou batatas.
Não é segredo que os americanos adoram bacon, iguaria indispensável no café da manhã nos Estados Unidos. Mas, eles também são fãs de café. Pensando nisso, uma consultora financeira chamada Eileen Gannon criou uma bebida que juntasse as duas preferências nacionais e se inscreveu no concurso Red Cup Showdown, que escolhe a melhor receita de bebida preparada com café. Ela deu a essa bebida o nome de “Como ganhar um homem com um só gole” e faturou o prêmio de US$ 10 mil.
A mistura deve ter ficado boa porque a bebida foi considerada o drinque mais imaginativo da América
Após derrotar outros cinco fortes finalistas, a receita criada por Eileen foi vendida a uma grande rede de cafeterias, a Starbucks, que incluirá a novidade no cardápio. Por enquanto a receita é segredo, mas já soubemos que a bebida leva café, um xarope saborizado com bacon e é decorada com um palito espetando vários pedaços de bacon assado no forno.
Será que essa “Como ganhar um homem com um só gole” faria sucesso aqui no Brasil? Talvez se tivesse um pão com manteiga no lugar do bacon, ou uma tapioca, ou uma rapadura, ou um bolo de fubá, ou um pão de queijo ... Bom, se deixar a imaginação solta, isso não tem fim. Seria interessante se também tivéssemos por aqui uns concursos como aquele lá dos Estados Unidos para estimular a criatividade de quem não tem medo de experimentar coisas novas.
Como muitos de vcs sabem sou LOUCA por vampiros, zumbis, monstros em geral! Ai que saudades do seriado The Walking Dead que está demorando para passar!!! hehehe
Por isso simplesmente AMEI o must have de hoje, confiram a matéria escrita por Lucas Tavares para o Mexido de Ideias:
Você acorda e percebe que o apocalipse zumbi começou! Legiões de mortos-vivos famintos por seu cérebro andam cambaleantes pelas ruas. Se prepare! Pegue roupas e mantimentos. Não se esqueça dos itens mais importantes: seu café e sua caneca preferida!
Pode relaxar! Os mortos ainda não voltaram à vida. Mas, bem que um cafezinho cairia bem! Por isso, separamos duas canecas para os amantes dos zumbis e de séries como The Walking Dead.
Se você pretende se esconder dos devoradores de cérebros em um lugar com pouca luz, essa caneca é a escolha perfeita! A Glow in the Dark possui alguns zumbis estampados que brilham no escuro. Ela comporta 310ml de café quentinho.
Amou essa porcelana tanto quanto nós? Basta comprar a caneca AQUI por US$11,99 (cerca de R$24).
A outra opção se chama Ceramic Zombie. Se você adora os mortos-vivos, essa é uma ótima chance para beber seu café diretamente do crânio de um! Toda estilizada e pronta para te salvar do fim do mundo, a caneca comporta 450ml da sua bebida.
Gostou do crânio zumbi de cerâmica? Ela está disponível para compra AQUI por US$12,99 (cerca de R$26).
Bata no liquidificador o leite condensado, o café helena e o chocolate e reserve. Dissolva as folhas de gelatina sem sabor na água fria e junte à água morna. Unte as duas misturas, mexendo delicadamente. Adicione o creme de leite, mexendo sempre, e coloque em fôrmas molhadas com água gelada. Reserve na geladeira até endurecer.
Crocante de macadâmia
Passe o chocolate em um ralador fino; triture no liquidificador, pulsando apenas e separadamente o biscoito e a macadâmia. Em seguida, junte tudo.
Frutas vermelhas em calda
Leve ao fogo o espumante, o açúcar, o gengibre, as pimentas, os cardamomos, o cravo e a canela e deixe reduzir à metade. Coe e volte ao fogo até levantar fervura. Adicione as frutas vermelhas e deixe cozinhar por 5 minutos. Reserve na geladeira.
*Finalização
Em uma taça, coloque a musse por baixo e as frutas vermelhas por cima. Polvilhe com o crocante e decore com folhas de hortelã. Outra opção é servir os ingredientes no prato, a musse e as frutas lado a lado, o crocante sobre elas e as folhas de hortelã decorando.
Viajantes! O primeio post esse ano combina com o mês de JANEIRO, mês de férias da maioria dos brasileiros, fica a dica!
O Café pelo Mundo de hoje é a oitava melhor cafeteria do mundo, segundo a UCity Guides, o Caffè Gambrinus que fica em Napoles na Itália.
Ele é um dos exemplos mais bem sucedidos na Itália de inspiração europeia como café literário, uma longa história que começou há150 anos atras.
Templo da elite intelectual de Nápoles onde se discuti a política internacional, literatura e arte.
Já sabe né, se passar por lá não deixe de visitar!
Abraços!
HISTÓRIA E ESTILO
A história do Gran Caffè Gambrinus começa com a Unidade da Itália, quando em 1860 no piso térreo do edifício dos quartos de hóspedes, o elegante edifício de 1816 que abriga agora a sede da Prefeitura abre o "Grand Café".
Tendo vista para a Piazza Plebiscito e do Palácio Real, o Café logo tornou-se a sala de estar do cidadão do belo mundo.
Ganhou muita fama devido aos melhores sorvetes, doces e bartenders de toda a Europa, com isso, foi reconhecido como "Fornecedor da Casa Real", uma honra tributata apenas os melhores fornecedores do Reino de Duas Sicílias.
Em 1885, o Caffè fecha, mas para a alegria napolitana reabre nas instalações de Foresteria e confia a renovação ao arquiteto Antonio Curri, Professor de Arquitetura e ornamentado em Real Universidade de Nápoles e professor honorário do 'Instituto de Belas Artes Graças à expertise de mais de 40 artesãos e artistas, o café torna-se um tesouro de arte, os quartos são decorados com mármore e Flor Jenny, o estuque do bocal, os baixos-relevos da Cepparulo Porcelli e tapeçarias, as paredes decoradas pela paisagem napolitana mais importante.
Para celebrar o renascimento, o café foi rebatizado de "Gran Caffè Gambrinus" em nome do rei lendário de Flandres inventor da cerveja. A intenção é fundir duas das bebidas mais populares do imaginário da Europa: loira cerveja, nórdico e frio, ao café, escuro, quente, o prazer napolitana típica.
Inaugurado oficialmente em 3 de novembro de 1890, o Gran Caffè Gambrinus imediatamente se tornou o centro da vida social, cultural e literária da cidade: reis, rainhas, políticos, jornalistas, escritores e artistas de renome internacional tornam o local para conhecer, discutir e escrever maneiras, como na melhor tradição europeia de café literário.
Tão popular se tornam os encontros no café, que a cada sala é dado um nome de uma discussão ou tema dos encontros, como: a sala de política, a sala de vida, sala de rodada...
O Gran Caffè Gambrinus próspera até 1938, quando o prefeito o fecha porque ser considerado um local de encontro anti-fascista. Felizmente o Banco di Napoli intervem, evitando assim muitas obras de arte fossem destruidas.
No início dos anos 70, Michael Sergio começa a batalha para recuperar o Café situado no coração de Nápoles. Graças ao trabalho minucioso de restauração do estuque velho e recuperação dos afrescos, o Gran Caffè Gambrinus renascer em um novo esplendor.
A batalha está ganha, Nápoles recupera a sua história.
Restaurado à sua glória original, o Gran Caffè Gambrinus retorna ao coração e a sala de estar elegante da cidade.
Hoje, o trabalho de desenvolvimento iniciado por Michael Sergio exercida por seus filhos, Antonio Sergio Arturo e que ainda são a única grande café histórico literário na cidade de Nápoles.
CURIOSIDADE
O café é hoje uma necessidade para qualquer visita à cidade: não há um único viajante que chegou a Nápoles, decide não fazer parada no Gran Caffè Gambrinus.
Na verdade, desde a Belle Epoque em, em salões dourados de tomar café transforma as pessoas famosas de cada país internacionalmente aclamados escritores como Oscar Wilde, Ernest Hemingway, Jean Paul Sartre, os expoentes mais famosos da música e do teatro napolitano como Ernesto Murolo, Eduardo Scarpetta, Toto, os irmãos De Filippo.
Para quem quiser espiar, abaixo videozinho em que o Café aparece em um filme italiano!
Conhecido em outros países como Coffee Bike, BikeCaffee ou Velopresso a ideia é levar café para qualquer lugar com a ajuda de uma simples bicicleta. A engenhoca já pode ser vista nas ruas da Alemanha e Nova Iorque e segue inspirando coffee lovers por todo o globo.
A parafernália conta com uma bike com três rodas (triciclo), reservatório de gás para aquecer a água, copos, compartimento para guardar os grãos de café, moedor e até mesmo uma máquina de espresso. Para fazer negócio com este aparato, basta ter uma bicicleta equipada, treinamento para extrair a bebida e um bom preparo físico para levar uma xícara de qualidade para os lugares mais inusitados.
Em alguns modelos, a energia necessária para o maquinário da bicicleta é produzida ao pedalar. Encontrei esta entrevista (logo abaixo) que traz o relato dos inventores de um modelo de coffee bike: os alemães Tobias Zimmer e Jan Sander.
1 peça de Maminha com uma pequena camada de gordura
1/2 copo americano de café
1/2 copo americano de vinho tinto seco
1 colher (chá) de glutamato monossódico, tipo Aji No Moto
1 xícara (chá) de sal groso
50g de manteiga
1 colher (chá) de tomilho bem picado
*Modo de Preparo
Misture bem o café, o vinho e o glutamato. Coloque a mistura numa seringa para culinária e injete na Maminha. Deixe marinando por um dia na geladeira. Misture a manteiga com o tomilho e guarde na geladeira.
No dia do churrasco, retire a Maminha da geladeira e coloque em um recipiente fechado. Deixe em temperatura ambiente por uma hora. Retire do recipiente e esfregue o sal grosso em toda a carne. Enrole-a em quatro voltas de papel celofane especial para churrasco e leve à parte alta da churrasqueira (cerca de 50 cm) e deixe assando por aproximadamente duas horas.
Desembrulhe a carne com cuidado para não se queimar com o vapor. Besunte a carne com a manteiga temperada com tomilho. Retorne para a churrasqueira na parte baixa (cerca de 20 cm) e grelhe por 3 minutos de cada lado. Corte em fatias e sirva imediatamente.
*By Jornal Tribuna da Imprensa - colunista de gastronomia Elíbia Portela.
Pesquisadores da UFMG comprovam a viabilidade de converter os grãos irregulares em combustível
Depois de três anos de testes, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais comprovaram a viabilidade de se converter óleo de café em biodiesel. A novidade surge justamente no momento em que o governo começa a apostar na produção do diesel a partir de óleo vegetal para reduzir a dependência externa do País e incentivar o agronegócio. O estudo pioneiro dos professores da Escola de Engenharia da UFMG sugere a produção de combustível a partir de grãos de café defeituosos, considerados impróprios para o consumo.
A intenção da pesquisa, no entanto, não é estabelecer uma nova fonte energética. "Queremos dar uma alternativa de uso para os grãos defeituosos", afirma o coordenador do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Café da Universidade, Leandro Soares de Oliveira. O óleo de café, segundo ele,poderia ser reaproveitado nas próprias fazendas e cooperativas produtoras, como combustível para equipamentos, tratores e caminhões. Além de econômica, a nova alternativa reduziria o impacto ambiental no meio rural. A tecnologia para a produção do biodiesel a partir de grãos impróprios para o consumo já está em fase de aperfeiçoamento.
Os grãos defeituosos representam, em média, 20% da produção nacional de café, que na safra 2006/2007 deve atingir 40,62 milhões de sacas de 60 quilos, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Brasil é o maior produtor mundial de café. Minas Gerais responde por quase a metade da safra. A previsão é que cerca de 26 milhões de sacas sejam exportadas e o restante da produção fique no mercado interno.
QUALIDADE
Grande parte das sementes defeituosas de café ficam no mercado interno, porque não podem ser aproveitadas para exportação. A qualidade do produto consumido no País foi questionada pelo Sindicato das Indústrias do Café de Minas Gerais (Sindcafé-MG) e motivou a pesquisa desenvolvida pelos pesquisadores da UFMG. O Sindicato propôs um "fim alternativo" para as sementes defeituosas que não são vendidas ao exterior. "No futuro, os consumidores terão apenas café de grãos saudáveis para consumir", disse o presidente do Sindicafé e diretor de qualidade da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), Almir José da Silva Filho.
Como os grãos impróprios, mesmo em menor escala, acabam sendo ofertados no mercado internacional, o projeto desenvolvido na UFMG também poderia melhorar a imagem da cafeicultura brasileira no exterior. "Os Estados Unidos, por exemplo, até compram grãos de menor qualidade, mas os países escandinavos e o Vaticano rejeitam completamente", disse Silva.
Uma outra vantagem do projeto apontada por ele é que, ao estabelecer uma nova finalidade para essas sementes, os produtores terão a possibilidade de regular a oferta de café em períodos de supersafra.
EXTRAÇÃO
Os resultados da pesquisa realizada em Minas Gerais mostraram que a cada 100 quilos de café é possível obter 12 quilos de óleo. Desses 12 quilos, nove são convertidos em biodiesel. Em comparação com outras oleaginosas, a produção de óleo a partir do café é muito baixa. Da semente de soja, por exemplo, consegue-se extrair 20% de óleo. Da mamona, retira-se em média 45% e do babaçu, 66%.
O fato de a cultura do café estar consolidada no País e contar com uma rede de agricultores e empresários organizados representa, de acordo com o cordenador da pesquisa, um custo menor no processo de aproveitamento dos grãos para a produção de combustível. A separação das sementes, por exemplo, não seria um trabalho a mais, porque já ocorre no beneficiamento convencional.
O que ainda não existe são núcleos de produção nas próprias áreas de plantio. "Criá-los, do ponto de vista do investimento, não teria um custo elevado", disse Oliveira. "Teríamos mais uma fonte de renda, gerando riqueza e postos de trabalho", completou Silva.
TORREFAÇÃO
O coordenador do projeto destaca que o interesse do Sindcafé é melhorar a qualidade do grão torrado e não produzir biodiesel. "O maior impacto seria retirar esses grãos defeituosos do mercado de torrefação."
O estudo com o café é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O próximo passo, segundo Oliveira, será a análise econômica do processo.